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  • Cessão de Crédito Judicial: Antecipe Valores com Segurança

    Cessão de Crédito Judicial: Antecipe Valores com Segurança

    A espera pelo pagamento de um processo judicial pode ser longa e, sem dúvidas, desgastante. Mesmo com a causa ganha, muitas pessoas enfrentam meses (ou até anos) de incertezas até que o dinheiro seja, de fato, liberado. Felizmente, existe uma solução eficaz para isso: a cessão de crédito judicial.

    Isso vale para todos que venceram uma ação, inclusive advogados, que muitas vezes dependem dos honorários de um caso para manter o planejamento financeiro. A boa notícia é que a cessão de crédito judicial oferece uma forma legal, rápida e segura de antecipar esses valores.

    Neste artigo, você vai entender o que é a cessão de crédito judicial, como ela funciona, quais cuidados tomar e o que diz a legislação brasileira. Se você tem algo a receber, mas não quer esperar indefinidamente, vale a pena conhecer essa alternativa.

    O que é a Cessão de Crédito Judicial?

    A cessão de crédito judicial ocorre quando alguém que tem dinheiro para receber de um processo decide vender esse direito para outra pessoa ou empresa. Quem vende é chamado de cedente. Quem compra é o cessionário, geralmente uma empresa especializada.

    Mesmo após a venda, o valor continua sendo pago pelo devedor original, mas agora vai para o novo dono do crédito. Dessa forma, o cedente recebe seu dinheiro de forma antecipada pela cessionária, sem precisar esperar o fim do processo. Em troca, aceita um pequeno desconto no valor total, chamado de “deságio”. Por sua vez, o cessionário assume a responsabilidade de esperar até que o devedor pague o crédito e a Justiça o libere.

    Importante: quando a cessão de crédito judicial envolve o crédito da parte vencedora do processo, o advogado responsável intermedia a operação. Isso garante mais segurança jurídica e agilidade em todas as etapas da negociação.

    Essa operação é legal, prevista no Código Civil (artigos 286 a 298), e pode ser feita por pessoas físicas ou empresas. Contudo, nem todos os créditos podem ser vendidos. Casos como pensão alimentícia, direitos ligados à pessoa ou benefícios sociais, por exemplo, não se enquadram nessa regra da cessão de crédito judicial.

    Qual é o Momento Ideal para fazer a Cessão de Crédito Judicial?

    O momento mais indicado para ceder um crédito judicial é quando o processo já está em fase de cumprimento de sentença. Ou seja, quando não há mais possibilidade de recurso e a Justiça já reconheceu o direito ao recebimento.

    Nessa fase, o crédito está consolidado, tornando a negociação mais segura para todas as partes envolvidas. É importante reforçar, entretanto, que não é necessário aguardar a expedição da RPV ou do precatório para realizar a cessão de crédito judicial. A antecipação pode ser feita antes disso, desde que o processo esteja transitado em julgado, garantindo maior agilidade e praticidade.

    Quais tipos de Processos permitem a Cessão de Crédito Judicial?

    A cessão de crédito judicial é aplicável a diversos tipos de processos:

    • Ações Cíveis: Incluem processos relacionados a direitos do consumidor, cobranças de seguros, planos de saúde, dívidas bancárias e indenizações por danos morais ou materiais. São créditos com boa previsibilidade e muitas vezes negociáveis com rapidez.
    • Ações Trabalhistas: Envolvem direitos como horas extras, férias, 13º salário, verbas rescisórias e outras verbas reconhecidas pela Justiça do Trabalho. Como são valores já definidos, também podem ser objeto de cessão de crédito judicial.
    • Ações Previdenciárias: Acontecem quando um cidadão contesta a negativa de um benefício pelo INSS e, ao vencer a causa, tem um valor retroativo a receber. Nesses casos, o crédito judicial pode ser antecipado por meio da cessão de crédito judicial.
    • Precatórios e RPVs: Quando o processo envolve a condenação de órgãos públicos, o devedor realiza o pagamento via precatórios (valores maiores) ou RPVs (Requisições de Pequeno Valor). Você pode negociar ambos, desde que o cálculo do cumprimento de sentença já tenha sido homologado, sem que haja prazo em aberto para recurso/impugnação.

    Em todos esses exemplos, a cessão de crédito judicial permite que você transforme uma quantia que só seria paga no futuro em dinheiro disponível agora, com segurança e dentro da legalidade.

    Advogados também podem Ceder seus Honorários?

    Sim, a cessão de crédito judicial é uma alternativa cada vez mais utilizada por advogados que aguardam o recebimento de honorários. Existem três tipos principais de créditos que podem ser cedidos por profissionais da advocacia:

    • Honorários Contratuais: O advogado e o cliente acordam diretamente esses valores no início da prestação de serviços. Eles fixam esses valores em contrato particular e podem cedê-los integralmente.
    • Honorários Sucumbenciais: A parte que perdeu o processo paga esses honorários, conforme decisão judicial. Embora dependam do trânsito em julgado da ação, os advogados podem cedê-los desde que não haja recursos pendentes impeditivos.
    • Honorários Dativos: Pagos pelo Estado em processos nos quais o advogado atua como nomeado, representando pessoas sem condições financeiras. Mesmo sendo créditos públicos, os advogados também podem negociá-los, desde que estejam liberados ou em vias de liberação.

    Assim, ao antecipar esses valores através da cessão de crédito judicial, o advogado garante fôlego no fluxo de caixa, elimina a espera e transfere ao cessionário a espera pelo recebimento, podendo focar em novos casos e manter a saúde financeira do escritório.

    Como funciona a Cessão de Crédito Judicial?

    Para que a cessão de crédito judicial seja válida, é necessário firmar um contrato entre o cedente (quem vende o crédito) e o cessionário (quem o compra). Esse documento deve conter informações como o local da cessão, a qualificação completa das partes, a data da assinatura e a finalidade do negócio jurídico. É um instrumento formal que assegura os direitos e deveres envolvidos na transação.

    Em seguida, o processo, na prática, costuma ser simples. Primeiramente, o cedente reúne as informações do processo judicial e as apresenta à empresa interessada na compra do crédito. Após análise jurídica, a empresa faz uma proposta com o valor líquido que pagará, já considerando o deságio. Se houver concordância, as partes assinam o contrato de cessão de crédito judicial, e esse documento é protocolado no processo, formalizando a mudança de titularidade perante o Judiciário. Em geral, a empresa realiza o pagamento logo em seguida, respeitando os prazos acordados.

    O que é o Deságio e como ele é Calculado?

    O deságio é o valor que a empresa compradora desconta do total do crédito, justamente por assumir os riscos e a espera. Esse percentual varia conforme a complexidade do caso, a fase do processo, o perfil do devedor e a probabilidade de pagamento. Quanto mais previsível e seguro o processo, menor tende a ser o deságio na cessão de crédito judicial.

    Exemplo prático: Imagine que você tenha um crédito judicial no valor de R$50 mil. Ao negociar com uma empresa especializada em cessão de crédito judicial, ofereceram a antecipação com deságio de 30%. Nesse cenário, você receberia R$35 mil imediatamente, enquanto a empresa seria habilitada no processo para aguardar o pagamento integral pelo devedor.

    Em muitos casos, essa diferença representa um custo pequeno diante da vantagem de contar com o dinheiro à vista. Antes de fechar negócio, é importante avaliar a proposta com calma e comparar opções para a sua cessão de crédito judicial.

    Quais Cuidados Tomar ao Fazer a Cessão de Crédito Judicial?

    Embora seja uma transação segura, você precisa tomar alguns cuidados para garantir que tudo ocorra tranquilamente com a sua cessão de crédito judicial.

    Antes de negociar, certifique-se de que o crédito judicial realmente pode ser cedido, já que nem todos a lei permite, como no caso de pensões alimentícias ou direitos pessoais. Além disso, é fundamental escolher uma empresa confiável, com boa reputação, histórico positivo e práticas transparentes para a sua cessão de crédito judicial.

    Ao fechar negócio, leia com atenção todas as cláusulas do contrato, esclarecendo prazos, valores e obrigações. Não esqueça de formalizar o contrato diretamente no processo judicial, garantindo validade perante a Justiça, e guarde sempre documentos e comprovantes para proteger seus direitos caso precise no futuro.

    JusCash: Referência em Cessão de Crédito Judicial

    A cessão de crédito judicial é uma forma prática e segura de receber agora um valor que só seria pago no futuro. Em vez de esperar por anos, você pode vender esse direito e ter o dinheiro em mãos com rapidez.

    A JusCash é especialista nesse tipo de negociação. Trabalhamos com a antecipação de créditos de condenação e de honorários advocatícios. Além disso, nosso processo é 100% digital, com análise gratuita e atendimento personalizado. Atendemos tanto advogados quanto pessoas que venceram um processo buscando a cessão de crédito judicial.

    Também é possível antecipar o valor que o autor da ação tem a recebe, sempre com o intermédio de um advogado, garantindo segurança jurídica em todas as etapas da cessão de crédito judicial.

    O funcionamento é simples: os dados do processo são enviados, a análise é feita e, se a proposta for aceita, o contrato é assinado digitalmente e protocolado no processo. Assim, em até 24 horas, o valor pode estar disponível na conta.

    Separamos um vídeo que explica, de forma simples e objetiva, como funciona a cessão de crédito judicial e quando vale a pena antecipar os valores de um processo. Confira:

    Antes de decidir, entenda as condições, avalie o deságio e veja se a antecipação faz sentido para sua realidade. Por fim, com planejamento, essa pode ser uma escolha estratégica, que traz alívio e liberdade financeira, sem depender dos prazos da Justiça. Fale com a JusCash!

  • Sociedade Unipessoal de Advocacia: conheça a empresa exclusiva para advogados

    Sociedade Unipessoal de Advocacia: conheça a empresa exclusiva para advogados

    Abrir uma empresa pode ser muito mais vantajoso do que atuar como autônomo, pois traz benefícios fiscais e reduz a burocracia em sua rotina. Saiba mais!

    Desde 2016, a Sociedade Unipessoal de advocacia vem abrindo novas portas para os operadores do Direito que atuam de forma individual. Esse modelo de negócio é exclusivo para advogados e traz diversas vantagens, em especial tributárias e contábeis.

    Por meio da Sociedade Unipessoal, o advogado pode prestar serviços como empresa, mesmo que o CNPJ conte com somente um sócio. Com isso, pode conseguir uma tributação mais vantajosa no momento de receber seus rendimentos.

    Entenda mais sobre a Sociedade Unipessoal, suas vantagens e aspectos fiscais neste conteúdo! Boa leitura!

    O que é Sociedade Unipessoal de Advocacia?

    A Sociedade Unipessoal de Advocacia (SUA) é um modelo de empresa exclusivo para quem atua como advogado. Esse tipo de empresa pode ser registrada junto à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). 

    Sua principal característica é que esse tipo de sociedade pode ser composta por apenas um sócio. Isso representa uma evolução do modelo de empresas permitidas para advogados. Anteriormente, só era possível abrir um negócio com outros sócios habilitados pela OAB.

    Essa é uma alternativa para que o advogado que atua como autônomo possa gerenciar seu faturamento com mais eficiência. Isso porque o profissional pode prestar serviços por meio de Pessoa Jurídica e receber a tributação de maneira direta e vinculada ao seu CPF. 

    Além disso, ao optar pela Sociedade Unipessoal de Advocacia, o advogado pode contar com os benefícios dos regimes tributários para empresas. Um deles é o Simples Nacional, que conta com processo de arrecadação simplificado e alíquotas reduzidas.

    Como abrir uma Sociedade Unipessoal de Advocacia?

    Ao contrário do que pode parecer, a abertura de empresa não é tão complicada! Para abrir uma sociedade unipessoal, o advogado deve:

    • Elaborar um Ato Constitutivo de Sociedade Individual de Advocacia. A OAB disponibiliza o modelo;
    • Preencher um requerimento na OAB de sua cidade;
    • Pagar a taxa de abertura;
    • Inscrever a empresa na Receita Federal e na Secretaria da Fazenda;
    • Cadastrar a empresa junto à prefeitura (se for obrigatório em seu município);
    • Adquirir o certificado digital em seu nome.

    Viu como é simples? Apesar disso, muitos advogados tentam recorrer a outro tipo de empresa, perguntando se advogado pode ser MEI. Mas, a verdade é que essa não é uma possibilidade para o operador do Direito. 

    Isso porque um dos principais critérios para aderir a esse modelo de negócios é a prestação de serviços de natureza comum. Ou seja, prestar serviços que não precisam de formação superior específica.

    Assim, serviços que possuem órgão regulamentador, como a OAB, não são permitidos no MEI. Essa regra também limita a adesão de engenheiros, médicos, jornalistas, arquitetos e outros.

    5 vantagens da Sociedade Unipessoal de Advocacia

    Confira os principais benefícios da Sociedade Unipessoal de Advocacia para os advogados:

    1. Desburocratização

    A burocracia costuma ser uma pedra no sapato dos profissionais que atuam por conta própria. Porém, a digitalização de processos está tornando o sistema de controle do Governo mais eficiente.

    No caso da Sociedade Unipessoal de Advocacia, essa simplificação traz a possibilidade de incluir sua empresa no Simples Nacional. Este é um sistema simplificado de tributação, que permite que todos os impostos devidos sejam pagos em uma única guia.

    1. Tributação mais vantajosa

    A questão tributária é um grande diferencial para que os advogados optem pela abertura de empresa. Por meio da Sociedade Unipessoal, o profissional pode ter seus rendimentos tributados de duas formas:

    1. Como pró-labore;
    2. Como divisão de lucros da empresa.

    Esse movimento possibilita uma tributação menor e mais vantajosa do que o valor do imposto sobre os rendimentos do profissional liberal que atua como Pessoa Física.

    1. Diferenciação entre bens pessoais e bens empresariais

    Quando o profissional atua por meio de um CNPJ, ele consegue limitar o valor dos recursos vinculados ao seu negócio. A grande vantagem aqui é a possibilidade de proteger os bens particulares e familiares.

    Isso porque qualquer tipo de empreendimento pode ter problemas jurídicos e financeiros, que podem gerar dívidas. Quando essas dívidas ficam atreladas à empresa, são restritas a esse patrimônio, conferindo mais tranquilidade ao profissional.

    Confira 5 dicas de gestão financeira na advocacia!

    1. Oportunidades de trabalho B2B

    O advogado que possui um CNPJ tem mais facilidade em ofertar serviços de assessoria para outras empresas. Isso porque consegue fornecer nota fiscal sobre seus serviços e manter relação de prestação de serviços com outras empresas.

    Isso aumenta as possibilidades de negócios Business to Business (B2B) e a possibilidade de ampliação da carteira de clientes.

    1. Acesso a serviços bancários para CNPJ

    Para abrir uma conta ou acessar outros serviços bancários como profissional liberal, o advogado precisa levantar diversos documentos e comprovar seus rendimentos. Porém, se o profissional tem um CNPJ, esse cenário muda.

    Isso porque as instituições financeiras costumam ter um olhar mais positivo para fornecer empréstimos, linhas de crédito e até aplicações financeiras. Assim, mesmo sendo o único sócio de sua empresa, o advogado pode ter acesso a todos esses serviços.

    Antecipação de honorários ou empréstimo bancário: O que é melhor?

    1. Manutenção do trabalho com foco em sua carreira pessoal

    Muitos advogados hesitam em abrir uma empresa porque não querem perder o foco em sua carreira ou ter conflitos com sócios. A Sociedade Unipessoal de Advocacia vem para resolver exatamente essa dor.

    Isso porque, socialmente, o advogado atua da mesma maneira que um liberal. Porém, a parte administrativa de seu negócio tem como base o regulamento empresarial. Você pode fazer sua divulgação e apresentação usando seu nome, sem o risco de perder sua identidade profissional.

    Saiba como construir sua imagem pessoal na advocacia!

    Aspectos fiscais da Sociedade Unipessoal de Advocacia

    Na Sociedade Unipessoal de Advocacia, o advogado também precisa lidar com questões tributárias. Ao abrir sua empresa, o profissional deve pagar o Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ), Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) e Imposto sobre Serviços (ISS), dependendo do município.

    Conheça os principais tributos e alíquotas que o advogado precisa pagar!

    Porém, existem outras opções tributárias que podem ser mais vantajosas, como o Simples Nacional, que já citamos. Também há o Lucro Presumido, que considera os impostos com base na estimativa de lucro da Receita Federal.

    Além disso, é possível deduzir algumas despesas para reduzir o valor do imposto a pagar. Porém, é preciso ter um controle financeiro cuidadoso para evitar problemas e prejuízos.

    Como o advogado pode se preparar para o imposto de renda?

    Antecipação de Honorários

    Independente do formato de advocacia escolhido, o advogado sempre pode contar com a antecipação de honorários para manter seu controle financeiro. Para isso, é preciso escolher uma empresa idônea e confiável, como a JusCash.

    Somos especialistas em análises jurídicas e trazemos as melhores opções para antecipação de honorários advocatícios. Além disso, já atendemos mais de 500 advogados, somamos mais de R$ 20 milhões antecipados, e contribuímos para a realização de muitos projetos e objetivos!

    Conheça a JusCash e antecipe seus honorários hoje mesmo!

    Conclusão

    A Sociedade Unipessoal de Advocacia é um formato de empresa exclusivo para advogados que pretendem atuar de forma individual. Abrir uma empresa pode ser muito mais vantajoso do que atuar como autônomo. Por exemplo: possibilidade de ampliação da carteira de clientes, vantagens tributárias e acesso a serviços exclusivos.

    Porém, independente do formato de atuação, o advogado sempre pode contar com a antecipação de honorários para manter as contas em dia! Conheça a antecipação de honorários da JusCash! 

    Continue acompanhando nosso blog para ter mais informações sobre como realizar seu controle financeiro!

  • Qual é o papel do Advogado na Perícia do INSS?

    Qual é o papel do Advogado na Perícia do INSS?

    O advogado previdenciário possui uma função muito importante no acompanhamento de seus clientes, antes, durante e após a perícia do INSS.

    Para ter o direito de receber o benefício previdenciário por incapacidade de trabalhar, o cidadão precisa passar por perícia médica do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Nessa ocasião, um médico habilitado pelo órgão atesta a existência ou condição que incapacita o trabalhador de exercer seu trabalho.

    O advogado previdenciário desempenha um papel estratégico antes, durante e após a perícia médica do INSS, pois, além de analisar as documentações e passar as orientações, o profissional é quem passa segurança e confiança a seu cliente, que está em uma posição vulnerável.

    Neste artigo, vamos falar sobre a importância do seu trabalho como advogado nessas etapas, esclarecendo se é possível acompanhar seus clientes e trazendo dicas de como auxiliá-los.

    O importante papel do advogado previdenciário

    A Previdência é um dos pilares da seguridade social, e cumpre um papel fundamental na proteção dos cidadãos mais vulneráveis por meio de benefícios para situações como:

    • Aposentadoria por idade;
    • Doença;
    • Invalidez;
    • Maternidade;
    • Desemprego.

    Assim, o advogado previdenciário atua como defensor desses direitos. Seu papel é auxiliar os segurados para que entendam seus direitos, e garantir que os benefícios sejam concedidos da maneira que a legislação vigente determina.

    Sua atuação é estratégica para lidar com:

    • A complexidade do sistema previdenciário;
    • Atuar na revisão de benefícios e recursos administrativos;
    • Proteger os dos cidadãos direitos em casos de invalidez e incapacidade.

    O advogado pode acompanhar seu cliente em perícia do INSS?

    Este é um assunto que gera diversas controvérsias. A Resolução nº 2.183, de 2018, do Conselho Federal de Medicina (CFM) proibiu, no parágrafo único de seu 14º art., a presença de assistente técnico não médico durante o ato pericial.

    Porém, seu texto foi revogado pela Resolução CFM nº 2.323, de 2021, que teve o segundo parágrafo do art. 15, que também proibia a presença de assistente técnico não médico, suspenso por determinação judicial nos autos processuais 1066245-58.2021.4.01.3400.

    Além disso, em 2012, o CFM emitiu a Nota Técnica nº 44, que reconhece que, quando o cliente solicitar, o advogado tem o direito, no exercício de sua profissão, de acompanhar seu cliente no ato pericial. Confira um trecho da nota técnica:

    “Pelas razões jurídicas acima expendidas, entendemos que o advogado, no exercício de sua profissão, tem direito assegurado pelo art. 7º, inc. I, III e VI, letras “c” e “d” do EOAB, Lei 8.906/94 de fazer-se  acompanhar  de  seu  cliente,  quando  solicitado, nos exames periciais em âmbito judicial ou administrativo.”

    Em situações posteriores, o órgão emitiu pareceres alegando que o sigilo médico é uma garantia voltada ao paciente, e não ao profissional. Assim, fica a critério do paciente ser acompanhado pelo advogado ou não, desde que este profissional não interfira na atuação do perito.

    Antecipação de Honorários e créditos judiciais de forma rápida e fácil

    Por essa razão, o acompanhamento do advogado durante o ato pericial é essencial para conferir segurança e tranquilidade ao seu cliente. Em especial quando se trata de pessoas humildes e vulneráveis, que podem não saber como lidar com a perícia.

    Além disso, a Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados aprovou o PL 10670/18, que permite ao segurado da Previdência Social ser acompanhado por uma pessoa de sua confiança durante perícia médica e social do INSS. 

    Por fim, o advogado que pretende acompanhar seu cliente em perícia deve fazê-lo com respeito e prudência, contribuindo com o exame, e não interferindo no mesmo. Caso o perito recuse a presença do advogado, isso deve ser documentado e fundamentado em juízo.

    Como o advogado pode atuar em casos de perícia do INSS?

    Analisando toda a documentação antes da solicitação do benefício

    Para solicitar o benefício do INSS por incapacidade e conseguir obtê-lo, os cidadãos precisam cumprir alguns requisitos exigidos por lei. Assim, o papel do advogado se inicia com a análise dessas condições.

    Em primeiro lugar, o advogado precisa averiguar a qualidade de segurado. Portanto, deve conferir se o trabalhador passou pela filiação automática, tornando-se contribuinte obrigatório por trabalhar como CLT, empregado doméstico, MEI ou contribuinte individual.

    Se não for o caso, deve conferir se o cidadão é um contribuinte facultativo, que decidiu contribuir com o INSS. Nesse caso, a filiação se dá a partir do pagamento da primeira guia de recolhimento. 

    Além disso, o advogado deve conferir se as contribuições realizadas correspondem à carência mínima exigida pelo órgão. Cada benefício possui seu próprio período de carência. O tempo mínimo é de dez meses, e o máximo, de 180 meses. Confira a tabela:

    Por fim, é necessário que o contribuinte comprove a incapacidade temporária ou definitiva. O INSS realiza essa análise por meio da perícia médica.

    Orientando seus clientes

      Os advogados cumprem um papel importantíssimo na orientação de seus clientes a respeito do que esperar da perícia. Também devem adverti-los de que, caso algo não saia como deveria, é necessário relatar o ocorrido para registro, e dependendo da gravidade, para que medidas disciplinares sejam tomadas.

      Para isso, os advogados previdenciários devem ter conhecimento técnico sobre como a perícia deve ocorrer. Portanto, devem saber quais informações que devem constar de forma expressa no laudo pericial.

      Uma forma de se manter informado a respeito do assunto é consultando as normas administrativas editadas pelo próprio INSS, pois os agentes públicos são obrigados a cumpri-las. O Manual Técnico de Perícia Médica Previdenciária é o principal documento a ser consultado.

      Além disso, o advogado deve informar seu cliente sobre os documentos que ele deve levar para a perícia:

      • Documentos que comprovam sua identidade;
      • Documentos médicos, como laudos, exames, Atestado de Saúde Ocupacional (ASO) e outros;
      • Documentos profissionais, que demonstrem qual é a atividade exercida para que o perito consiga entender melhor a sua incapacidade.

      Passando confiança e segurança sobre seus direitos

        O advogado cumpre o importante papel de tranquilizar seus clientes com a preparação para a perícia médica. Portanto, entre as orientações que podem ser prestadas estão:

        • Cordialidade com os servidores do INSS – A gentileza com os servidores do INSS, que normalmente estão sobrecarregados de tarefas, pode tornar o processo mais simples e tranquilo para todos;
        • Calma e paciência – Seu cliente pode ficar ansioso antes da perícia. Por isso, é importante alertar que ele pode ter que lidar com atrasos, sala de espera cheia, impaciência, etc. Por isso, é importante que seu cliente tenha recursos para passar o tempo;
        • Dizer a verdade – Alerte seu cliente de que mentir não vai te ajudar em nada na perícia. Oriente-o a responder de maneira clara e direta a cada pergunta que o perito fizer;
        • Não exagerar os sintomas – Informe seu cliente que aumentar seus sintomas pode atrapalhar. Faça-o sentir confiante para falar a verdade em sua perícia.

        Oferecendo suporte para qualquer intercorrência

          O advogado é fundamental para auxiliar o trabalhador, que está passando pela difícil etapa de incapacidade para o trabalho. Além disso, muitas vezes, o cliente só procura o advogado após ter seu benefício negado pelo INSS, o que gera uma carga de estresse ainda maior.

          Por isso, esteja disponível e ofereça suporte para qualquer intercorrência de seu cliente, lembrando-o de que ele não está sozinho, e buscando alternativas para resolver sua situação.

          O papel essencial do advogado previdenciário

          Na perícia do INSS, o advogado tem o importante papel de orientar e prestar suporte em todas as etapas que seu cliente precisar. Assim, o advogado pode estar presente no momento da perícia ou não: essa é uma escolha de seu cliente.

          De qualquer forma, deve prestar todo o suporte antes e após a realização da consulta pericial para auxiliar seus clientes a terem seus direitos cumpridos pela Previdência Social brasileira.

          Conte com a JusCash para otimizar seu trabalho como advogado previdenciário!

        1. Vantagens da antecipação do valor da condenação do cliente

          Vantagens da antecipação do valor da condenação do cliente

          A antecipação de créditos judiciais é uma ótima alternativa tanto para advogados, que podem adiantar seus honorários, como para clientes, que podem adiantar o valor da condenação.

          A antecipação de créditos judiciais é uma ótima alternativa para advogados e seus clientes, que possuem ações em andamento, mas não querem aguardar seu encerramento ou continuar arcando com seus custos.

          Isso porque, conforme o relatório Justiça em Números 2023, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o tempo médio do acervo de conhecimento em instâncias originárias ou recursais do Poder Judiciário foi de 3 anos e 1 mês e, descontados os períodos de suspensão/sobrestamento, o tempo de tramitação foi de 2 anos e 7 meses.

          Assim, quem entra com uma ação na Justiça precisa esperar todo esse tempo para ter acesso ao valor de sua indenização. Além disso, o advogado precisa aguardar a liberação dos valores de seu cliente para poder receber seus honorários.

          A boa notícia é que não é preciso aguardar o fim do processo para receber os valores: é possível antecipar seus créditos judiciais e ter o dinheiro quando você precisa e para usar como quiser.

          Por esse motivo, no texto de hoje, vamos falar sobre um tipo específico de antecipação: a antecipação do valor da condenação. Descubra como funciona e por que ela é benéfica para advogado e cliente! Vamos lá?

          Como funciona um processo judicial?

          O primeiro passo para compreender bem a antecipação de créditos judiciais é entender como funciona uma ação judicial. Assim, você poderá entender se seu caso se encaixa nos requisitos da cessão de crédito.

          A ação judicial é o instrumento que os cidadãos têm para fazer valer seus direitos quando estes são desrespeitados por terceiros. Esses terceiros podem ser pessoas físicas, prestadores de serviços, lojas ou outras empresas.

          Em geral, os processos judiciais são divididos nas seguintes etapas:

          1. Petição inicial

          Esse documento apresenta os fatos que levaram ao processo judicial. Nele, devem conter os direitos violados e o pedido principal que será feito ao juiz. Este pode ser uma indenização, uma ação que o terceiro deve realizar ou deixar de fazer ou outros.

          1. Citação

          Neste momento, a parte processada, também chamada de réu, é informada a respeito do processo. Além disso, é intimada a comparecer em uma audiência de conciliação. O objetivo é tentar realizar um acordo ou iniciar sua defesa.

          1. Réplica

          Momento da resposta que o autor do processo pode oferecer contra os argumentos apresentados pelo réu.

          1. Fase probatória

          Este é um dos momentos mais importantes do processo judicial. É quando as partes provam suas versões dos fatos por meio de testemunhas, documentos ou mesmo de perícias.

          1. Sentença

          Após as partes apresentarem suas provas, o juiz analisa o processo e profere uma sentença, ou seja, sua decisão final. Se a parte vencida ficar insatisfeita, pode apresentar recurso de apelação com o intuito de reverter a sentença.

          1. Cumprimento da sentença

          Após o cumprimento de todas as etapas anteriores, a decisão final do juiz deve ser obedecida. Ou seja, a parte perdedora deve pagar sua dívida ou realizar as ações determinadas em juízo.

          O que é “valor da condenação”?

          Valor da condenação é o nome dado ao montante imposto ou definido pelo juiz em sua sentença. É importante saber que este não é o valor final que a parte perdedora deve pagar: o montante permanece sujeito à atualização monetária e acréscimo de juros.

          O artigo 509 do Código de Processo Civil 2015 (CPC – Lei nº 13.105) determina que:

          “Art. 509. Quando a sentença condenar ao pagamento de quantia ilíquida, proceder-se-á à sua liquidação, a requerimento do credor ou do devedor:

          I – por arbitramento, quando determinado pela sentença, convencionado pelas partes ou exigido pela natureza do objeto da liquidação;

          II – pelo procedimento comum, quando houver necessidade de alegar e provar fato novo.”

          Dessa maneira, o valor da condenação são os créditos judiciais, ou valores que o autor da ação deverá receber em sua conclusão, se ganhar o processo. Esse crédito judicial pode ser negociado para que seu titular possa ter acesso aos valores quando e como preferir.

          Por que antecipar créditos judiciais?

          Como já vimos, os processos judiciais costumam levar anos para chegar até sua conclusão. Segundo dados do relatório Justiça em Números, a fase de execução da sentença pode levar até quatro anos.

          Assim, mesmo que o juiz emita uma decisão favorável, quem tem direito aos créditos precisa continuar aguardando. Da mesma forma, o advogado precisa aguardar até quatro anos para receber seus honorários.

          Nesse contexto, a antecipação de créditos judiciais se mostra como uma alternativa muito benéfica tanto para quem quer evitar o desgaste e gastos causados pelos processos judiciais quanto para quem enxerga nesse cenário uma oportunidade.

          Por isso, o mercado de antecipação de créditos judiciais está crescendo cada dia mais no Brasil. A JusCash é um exemplo de empresa confiável e segura que facilita o recebimento dos valores devidos tanto para advogados quanto para seus clientes antes mesmo da conclusão de seus processos.

          Antes de solicitar a antecipação, é necessário avaliar com a empresa quais tipos de créditos são aceitos por ela. Por exemplo, aqui na JusCash, é possível antecipar o valor da condenação de pagamentos expedidos em RPVs e alvarás quando a parte devedora é um ente público ou uma empresa privada com liquidez.

          Além disso, as ações nas esferas cível, trabalhista e previdenciária devem estar na fase de cumprimento de sentença. Para a antecipação, é cobrado um deságio justo e personalizado às características de seu caso.

          Assim, em poucos dias, você pode ter acesso ao seu dinheiro para utilizar da maneira que quiser e quando quiser. Após a cessão dos créditos, é a JusCash quem assume os riscos do processo em seu lugar.

          Conte com a JusCash para antecipar seus honorários! Conheça um pouco de nossos números:

          • Mais de 500 advogados atendidos;
          • Mais de R$ 20 milhões em créditos judiciais antecipados;
          • Inúmeros projetos e objetivos alcançados com ajuda da JusCash.

          Conheça a antecipação de créditos da JusCash!

          Vantagens da antecipação do valor da condenação do cliente

          Para o vencedor da ação judicial

          As principais vantagens de vender um crédito judicial são:

          • A possibilidade de receber os valores que seriam pagos apenas no fim do processo quando e para o que você precisar;
          • Cessão de crédito realizada por meio de contrato e com garantia de recebimento;
          • Pagamento realizado em até 24 horas após a assinatura do contrato e os trâmites da cessão;
          • O risco do processo é transferido para a empresa que compra os créditos;
          • Possibilidade de realizar viagens, adquirir bens, pagar suas contas e o que mais você quiser, sem precisar justificar o uso do dinheiro, como em casos de empréstimos.

          Antecipação de créditos judiciais ou empréstimo bancário: O que é melhor?

          Para os advogados

          1. Deságio mais atrativo

          Quando advogado e cliente decidem fazer a antecipação de créditos judiciais, o valor do deságio pode ficar mais atrativo. Isso porque os valores antecipados irão aumentar e o valor do deságio ficará mais benéfico.

          1. Uma preocupação a menos

          Com a antecipação de créditos, o advogado garante que seu cliente está recebendo os valores a que tem direito. Assim, com uma preocupação a menos, pode se dedicar à captação de clientes e a novos processos.

          1. Vantagem competitiva para o advogado

          Oferecer a possibilidade de antecipação dos valores da condenação aos seus clientes é uma vantagem competitiva para os advogados. Com isso, o advogado se mostra atento às necessidades do cliente tornando possível que ele acesse os valores a que tem direito em menos tempo.

          Por fim, cliente satisfeito com seus valores antecipados, indica o seu advogado para o seu círculo de amigos e familiares.

          4. Ganhe tempo para novos projetos e ações

          Ao antecipar tanto os honorários quanto os valores de condenação devidos aos clientes, o advogado libera tempo e recursos para focar em novos projetos e ações. Essa dupla antecipação (para advogados e clientes) não só acelera o encerramento de processos longos e complexos, como também alivia a carga mental, permitindo que o advogado se concentre em oportunidades mais promissoras e inovadoras.

          Com menos pendências em sua agenda, é possível dedicar-se a iniciativas estratégicas que impulsionam o crescimento do escritório.

            Conclusão

            A antecipação do valor da condenação é uma grande vantagem para a parte vencedora em um processo, que não precisa ficar aguardando meses e até anos após chegar na etapa de execução da ação para ter acesso aos valores a que tem direito.

            Porém, é fundamental realizar esse processo por meio de empresas idôneas e confiáveis, como a JusCash. Somos especialistas em análises jurídicas e trazemos as melhores opções para a antecipação de créditos judiciais, tendo atendido mais de 500 advogados!

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          1. Deságio na antecipação de recebíveis: saiba tudo sobre o assunto

            Deságio na antecipação de recebíveis: saiba tudo sobre o assunto

            Deságio é o nome dado ao desconto que é cobrado sobre o valor total de seu crédito judicial para que você possa ter acesso ao seu dinheiro com rapidez e segurança.

            O deságio é uma parte muito comum e importante das negociações de antecipação de créditos judiciais. O deságio na antecipação de recebíveis pode ocorrer tanto na venda desses valores para empresas como no acordo direto entre o titular e o ente público devedor.

            Essa espécie de taxa é descontada do valor total para cobrir os custos que o comprador pode ter com incertezas e riscos que envolvem essa transação de longo prazo. Porém, diferente da taxa de juros, cobra-se o valor cheio do deságio apenas uma vez.

            Para realizar a antecipação de recebíveis de forma que seja realmente vantajosa, é necessário entender bem sobre isso. Por isso, a JusCash preparou um conteúdo especial para tirar todas as suas dúvidas. Confira!

            O que é deságio?

            Deságio é a diferença entre o valor real e o valor nominal de um ativo em uma operação financeira. Enquanto o valor nominal é o valor total de um ativo, o valor real é aquele pelo qual o ativo está sendo negociado.

            Esses são termos técnicos que estão envolvidos em operações como investimentos e antecipação de recebíveis. Na antecipação de recebíveis, você vende o crédito com um desconto percentual sobre o valor total — esse desconto é o deságio.

            Vamos a um exemplo:

            Assim, você paga o valor do deságio de uma só vez, sem precisar incluir uma nova parcela no seu orçamento.

            O valor do deságio depende da negociação de desconto realizada entre o portador do título de crédito judicial e o comprador.

            Qual a diferença entre ágio e deságio?

            O mercado financeiro utiliza os termos ágio e deságio para representar situações opostas.

            • O ágio é o aumento de um ativo em relação ao seu preço inicial;
            • Já o deságio é o desconto de um certo valor sobre o preço inicial de um ativo.

            Quando o deságio se apresenta?

            Na economia

            O deságio é bastante comum na negociação de bens como veículos, imóveis e smartphones. Além disso, em leilões, é comum que os organizadores negociem diversos produtos apreendidos em lotes, por valores mais baixos do que os praticados no comércio, ou seja, com deságio.

            Quando instituições financeiras oferecem descontos para pagamentos antecipados, o deságio também entra em ação. Logo, quem consegue quitar sua dívida com antecedência tem menos custos do que quem espera até o fim do prazo.

            Nos investimentos

            Nos investimentos, o deságio se manifesta em situações em que é possível comprar ativos por valores abaixo do que os comumente praticados no mercado. Essa é uma estratégia para que o investidor possa se beneficiar com o potencial de valorização.

            Além disso, no caso de rendimentos de renda fixa prefixados, a rentabilidade só é garantida se a aplicação for resgatada na data de vencimento. Isso porque o rendimento varia conforme o comportamento da curva de juros.

            Dessa forma, o preço de venda na antecipação do resgate pode ter incidência de deságio e ser menor do que o preço da compra. Porém, se o valor for superior, o título será vendido com ágio e poderá pagar mais lucros.

            Na antecipação de recebíveis

            No deságio de antecipação de recebíveis, a lógica é a mesma da negociação de títulos. Nesse tipo de acordo direto, o comprador aplica o deságio para compensar a antecipação do pagamento que o ente público faria futuramente.

            Assim, o portador do título recebe um valor inferior ao valor nominal de seu título como uma maneira de compensar o pagamento antes da data prevista. Para o cálculo do deságio, a antecipação de recebíveis com empresas especializadas considera:

            • A natureza do título;
            • O valor nominal do crédito;
            • Quem é o devedor;
            • A fase processual;
            • O Tribunal em que o processo tramita.

            Como funciona o cálculo do deságio na venda de créditos judiciais?

            Não existe um padrão para determinar o cálculo do deságio de antecipação de recebíveis. Cada negociação tem como base diferentes critérios, como mencionamos no tópico acima.

            Porém, as empresas que adquirem esse tipo de título realizam o cálculo com base nos dados particulares e na análise da estabilidade financeira da empresa ou ente público que deverá fazer o pagamento.

            Cada caso possui suas próprias características. Por isso, aqui na JusCash, por exemplo, nós solicitamos todos os dados de seu processo para enviar uma proposta personalizada para o seu caso.

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            Qual o impacto do deságio na antecipação de créditos judiciais?

            Apesar do desconto no valor total, a antecipação de recebíveis é uma alternativa muito vantajosa para o titular do crédito. Isso porque é possível receber o pagamento em até 24 horas após os trâmites da cessão. A JusCash, por exemplo, trabalha com esse prazo.

            Além disso, a antecipação de recebíveis permite que você acesse crédito sem pagar juros elevados ou se endividar. Também não é necessário justificar ou comprovar a finalidade do dinheiro.

            Você pode fazer o que quiser com os valores, sem precisar aguardar anos para ter acesso a valores que já são seus por direito.

            Vale a pena antecipar? A resposta é sim!

            O deságio é uma prática bastante comum no mercado financeiro e representa a diferença entre o valor nominal e o valor real de uma transação. Ele pode ser aplicado tanto em investimentos, como na aquisição de bens e na antecipação de recebíveis.

            Apesar do deságio, a antecipação de recebíveis é uma opção extremamente vantajosa para quem tem créditos judiciais a receber. Isso porque pode ter acesso aos valores quando precisa, sem a incidência de elevadas taxas de juros e sem risco de endividamento.

            Na JusCash, você pode fazer a antecipação de recebíveis com uma empresa séria e segura, que pratica um deságio justo e personalizado.

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          2. Antecipação de Recebíveis: o Impulso Financeiro para o seu Escritório

            Antecipação de Recebíveis: o Impulso Financeiro para o seu Escritório

            A antecipação de recebíveis judiciais pode ser uma ferramenta estratégica e eficiente para o advogado que busca otimizar o fluxo de caixa, quitar dívidas ou, ainda, investir na expansão de seu escritório. É importante ressaltar que a antecipação de recebíveis funciona como uma linha de crédito voltada para advogados e escritórios que precisam adiantar o recebimento de seus honorários.

            Em outras palavras, essa é uma maneira inteligente de receber no presente um dinheiro que, pelas vias normais da justiça, só seria liberado no futuro.

            Para aproveitar ao máximo os benefícios desse serviço financeiro, é fundamental que você, advogado(a), conheça todos os seus detalhes. Assim, você evita prejudicar a saúde financeira do seu escritório e garante o fôlego necessário para o seu caixa.

            Neste artigo, você descobrirá o que realmente é a antecipação de recebíveis, como funciona especificamente para honorários advocatícios, suas principais vantagens e por que ela é preferível em relação aos empréstimos tradicionais.

            O que é Antecipação de Recebíveis?

            Apesar do nome técnico, o conceito de antecipação de recebíveis é bastante simples: trata-se de uma linha de crédito que permite a escritórios e advogados autônomos adiantarem o recebimento de honorários. Dessa forma, é possível usar, no momento atual, um valor ao qual o profissional já tem direito, mas cuja liberação total está sujeita aos trâmites judiciais futuros.

            O que é antecipação de recebíveis?

            Geralmente, quando um advogado presta serviços jurídicos, o recebimento fica sujeito a fatores como:

            • Sucesso na causa;
            • Tempo de tramitação do processo;
            • Período de espera para a liberação final do dinheiro.

            No entanto, ao contratar um serviço de antecipação de recebíveis, é possível ter acesso ao dinheiro em poucos dias. É claro que essa agilidade tem um custo. Para antecipar os recebíveis, as instituições financeiras cobram taxas de deságio. Por isso, é fundamental buscar uma instituição séria, confiável e que pratique uma taxa justa e transparente.

            Como funciona a Antecipação de Honorários Advocatícios

            A antecipação de honorários advocatícios é um modelo específico de antecipação de recebíveis. Ela é realizada por meio da cessão de créditos judiciais.

            Quando uma causa é vencida na justiça, o advogado (e também o cliente) pode vender o crédito judicial a um terceiro. Portanto, eles não precisam mais aguardar a fase de execução da sentença, que pode se estender por meses ou até anos.

            Ao fazer isso, a empresa que compra o ativo judicial assume o lugar do credor (o advogado ou cliente) naquela ação específica. Quando a parte devedora efetuar o pagamento do valor definido em juízo, o comprador do crédito será o destinatário do dinheiro.

            Importância da Gestão Financeira para Escritórios de Advocacia

            Uma gestão financeira sólida é a base para a sustentabilidade de qualquer negócio que almeja ser ativo, saudável e crescente. Naturalmente, esse ponto é crucial no empreendedorismo jurídico e na advocacia autônoma.

            Com uma boa gestão financeira, o advogado consegue ter uma visão clara e acompanhar a realidade do seu escritório. Esse panorama é essencial para o processo de tomada de decisões estratégicas.

            Por exemplo, a saúde financeira de seu escritório definirá:

            • O momento ideal para a prospecção de clientes na advocacia;
            • A hora certa de realizar investimentos estruturais;
            • O período para ampliar ou modernizar o negócio;
            • Áreas com potencial de redução de custos e desperdícios;
            • A capacidade de gerir riscos e evitar a quebra do negócio.
            Antecipação de Recebíveis e Gestão Financeira

            Em um escritório, a gestão de receitas e despesas fixas e recorrentes é constante. Além disso, a renda dos advogados pode ser bastante imprevisível, dependendo da conclusão demorada dos processos judiciais.

            Por isso, somente por meio de um controle financeiro detalhado o advogado consegue planejar o crescimento de seu escritório. A gestão permite modernizar o negócio, superar crises e aumentar a produtividade. E o melhor de tudo: é possível alcançar esses resultados sem comprometer o futuro financeiro.

            Vantagens da Antecipação de Recebíveis

            A antecipação de recebíveis oferece benefícios tangíveis que impactam diretamente a saúde financeira do seu escritório.

            Fluxo de caixa mais estável

            Ao utilizar a antecipação de recebíveis na advocacia, você consegue organizar, otimizar e estabilizar o seu fluxo de caixa. Consequentemente, é possível planejar despesas com maior previsibilidade e evitar a temida falta de capital.

            Os processos judiciais podem ser longos e complexos. Portanto, é vital valorizar seus honorários e negociar com empresas transparentes, que busquem o benefício mútuo na transação.

            Agilidade no recebimento de honorários

            Outra grande vantagem é o acesso rápido ao dinheiro de honorários que, de outra forma, só seriam liberados após muitos meses. Contar com esses valores antecipadamente pode ser crucial para garantir capital de giro ou para investir em projetos estratégicos imediatos.

            Mais tempo e foco em novos projetos

            Com o recebimento dos honorários correspondentes a um processo garantido com antecedência, o advogado não precisa mais despender energia em ações puramente de cobrança ou acompanhamento de liberação. Sendo assim, ele pode dedicar seus esforços para iniciar novos projetos, prospectar clientes e gerar mais receita.

            Capital para investir em expansão

            Um escritório financeiramente saudável tem a capacidade de se expandir e alcançar objetivos ambiciosos. No entanto, isso só é possível com um controle e acompanhamento rigoroso da gestão financeira. A antecipação de recebíveis é uma excelente forma de conseguir uma injeção de capital rápida. Isso ajuda a manter o planejamento financeiro do escritório em dia e a viabilizar investimentos estratégicos na expansão. É um processo rápido, desburocratizado e que facilita a conquista de suas metas!

            Como a Antecipação de Recebíveis funciona na Prática?

            O primeiro passo para uma antecipação de recebíveis realmente vantajosa é encontrar uma empresa confiável, que priorize a transparência e o benefício mútuo. A JusCash, por exemplo, preza por uma relação justa, visando construir um relacionamento duradouro com você, advogado.

            Na JusCash, o processo de antecipação de recebíveis para advogados segue estas etapas:

            • Documentação: O advogado envia os dados da ação ou a cópia do processo (em casos de processos físicos) para a análise da JusCash.
            • Análise Gratuita: Os dados são analisados pela equipe, e o advogado recebe um retorno com a negativa ou a proposta de antecipação.
            • Registro da Cessão: Após a aceitação da proposta, JusCash e cliente assinam o contrato, e o cliente protocola a cessão na ação judicial.
            • Depósito dos Valores: Os valores combinados são depositados em até 24 horas após a conclusão dos trâmites de cessão.

            Antecipar Créditos Judiciais ou Contratar Empréstimos?

            A antecipação de recebíveis judiciais e a contratação de empréstimos são duas opções seguras e viáveis, com diferentes vantagens e desvantagens.

            A principal diferença é clara: os empréstimos são, essencialmente, dívidas que o advogado contrai e precisará pagar em parcelas futuras, acrescidas de juros. Por outro lado, na antecipação de recebíveis, temos o deságio descontado. Com a antecipação, por um valor justo, o advogado obtém acesso rápido e simples a valores aos quais já têm direito, sem burocracia de crédito.

            Contudo, é sempre fundamental que o gestor do escritório possua um planejamento financeiro bem estruturado. Esse planejamento é a chave para interpretar o cenário do negócio e tomar a melhor decisão para o crescimento do seu negócio.

            Benefícios da Antecipação de Recebíveis

            A antecipação de recebíveis é uma ferramenta poderosa para a sustentabilidade e o crescimento dos escritórios de advocacia. Isso acontece porque, em vez de recorrer ao endividamento, o advogado utiliza um capital próprio que apenas estava preso nos longos prazos do judiciário.

          3. O papel da Controladoria Jurídica para escritórios em crescimento

            O papel da Controladoria Jurídica para escritórios em crescimento

            Conheça a controladoria jurídica e descubra por que ela é essencial para tornar a atuação de seu escritório cada dia mais estratégica.

            O setor de controladoria jurídica está ganhando cada vez mais importância e espaço nos escritórios de advocacia e departamentos jurídicos. Esta é uma área fundamental para o bom funcionamento do setor jurídico, e atua no controle de atividades relacionadas à condução de processos judiciais e tarefas administrativas.

            Ainda há diversos desafios no setor. Contudo, as novas tecnologias de gestão estão transformando a área. Por isso, é fundamental entender esse conceito, quais os processos envolvidos e por que esse setor é tão importante para o crescimento sustentável de um negócio.

            Neste artigo, você poderá tirar todas as suas dúvidas sobre o conceito, seus benefícios, o papel do controller jurídico e como essa área pode impactar positivamente no desenvolvimento de seu negócio. Confira!

            O que é controladoria jurídica?

            O setor de controladoria jurídica é responsável por gerenciar diversas atividades relacionadas à condução de processos judiciais e administrativos. Sua atuação pode ocorrer desde o cadastro e fechamento de processos até a contratação de correspondentes jurídicos.

            A intenção da área é liberar o advogado para que ele possa se dedicar inteiramente às questões técnicas de seu trabalho. Com isso, há ganhos em produtividade e qualidade, aumentando a proteção dos interesses do negócio.

            As atividades da controladoria jurídica são importantes para desenvolver fluxos e rotinas operacionais para facilitar as atividades dos advogados. Dessa forma, os operadores do Direito podem focar na atuação técnica, o core business do escritório.

            Conheça o controller jurídico

            Devido à natureza das atividades, a área deve ser gerida por um profissional capacitado, de preferência com formação em Direito, e que possua autonomia para aplicar os processos adequados, de acordo com as necessidades.

            Esse profissional é o controller jurídico, responsável por executar as tarefas relacionadas à gestão dos processos e tarefas. As principais habilidades técnicas que o controller jurídico precisa ter são:

            • Formação em Direito;
            • Visão analítica e estratégica;
            • Organização;
            • Capacidade de planejamento;
            • Proatividade;
            • Resolução de conflitos;
            • Boa comunicação;
            • Bom relacionamento interpessoal;
            • Capacidade de liderança e trabalho em equipe;
            • Domínio de ferramentas de gestão e tecnologia;
            • Conhecimento sobre as rotinas e processos jurídicos.

            As habilidades comportamentais desse profissional são um grande diferencial. Isso porque ele precisará liderar equipes que devem trabalhar em sintonia para alcançar o sucesso da operação.

            Tarefas e responsabilidades da área

            As principais funções da controladoria jurídica estão relacionadas ao gerenciamento das atividades relativas aos processos. Confira algumas:

            • Contratação de advogados correspondentes;
            • Levantamento de alvarás;
            • Realização de protocolos físicos e digitais;
            • Agendamento de despachos ou sustentações orais;
            • Organização de documentos;
            • Emissão de relatórios gerenciais para clientes internos e externos;
            • Alimentação do software do escritório ou do cliente, com a criação de cadastros;
            • Acompanhamento de andamentos processuais com o intuito de antecipar informações para equipe e clientes;
            • Registro e retornos a respeito de visitas a repartições públicas e fóruns;
            • Registro e retornos sobre decisões judiciais;
            • Realização de dupla checagem dos lançamentos realizados, publicações colhidas, e prazos cumpridos ou adiados;
            • Report aos gestores e clientes a respeito da situação de cada processo e do desempenho dos profissionais do escritório ou departamento;
            • Controle e organização de processos e prazos. Isso inclui o recebimento de publicações, além da indicação e do lançamento de prazos;
            • Análise de indicadores de desempenho (KPIs);
            • Sugestão de estratégias e metas para aumentar a produtividade e a excelência das entregas.

            Benefícios da controladoria jurídica

            A eficiência jurídica é fundamental para aumentar a qualidade das entregas e fidelizar clientes. Por isso, contar com um setor para cuidar das questões administrativas e poder focar no core business é altamente estratégico para escritórios de advocacia.

            Além disso, o setor jurídico é fundamental para a longevidade de uma empresa. Isso porque existem inúmeros contratos a ser geridos, e qualquer erro pode resultar em demandas judiciais e prejuízos.

            Assim, é fundamental que empresas e escritórios estejam em dia com a conformidade com as legislações. Implementar um setor de controladoria jurídica também traz outras vantagens competitivas, por exemplo:

            Aumento dos lucros

            Gerenciar as atividades jurídicas de maneira eficiente é fundamental para que o escritório ou departamento jurídico possa reduzir diversos custos operacionais. Essa ação é estratégica para evitar multas e perdas processuais, além de aumentar a rentabilidade de contratos e otimizar a precificação e as entregas de serviços.

            Mais produtividade

            Enquanto a controladoria jurídica cuida de demandas burocráticas e administrativas, os advogados ganham tempo para se concentrar em questões técnicas e jurídicas. Com isso, é possível otimizar o tempo, a qualidade do trabalho e a gestão de recursos financeiros e pessoais.

            Os operadores do Direito conseguem se dedicar a atividades mais estratégicas e criativas, e podem focar no crescimento do negócio, aumentando seu diferencial competitivo.

            Tomada de decisão estratégica

            Com o apoio das tecnologias, é possível aplicar a controladoria para colher e armazenar importantes dados a respeito do desempenho do escritório ou empresa. Isso permite que o gestor tenha uma ampla visão do negócio para tomar decisões mais acertadas e alinhadas com os propósitos do negócio.

            Aumento na satisfação dos clientes

            Ao contar com o suporte da controladoria para gerir as tarefas administrativas e burocráticas, o escritório ou departamento jurídico pode concentrar suas forças em oferecer um atendimento mais personalizado, transparente, ágil e de qualidade aos seus clientes. 

            A consequência é o aumento da confiança em seu trabalho e a fidelização dos clientes. Além disso, é possível implementar ferramentas de mensuração da satisfação dos clientes. Um exemplo de ferramenta são as pesquisas de NPS.

            Operação otimizada

            Uma das principais funções da controladoria jurídica é padronizar e organizar os processos internos do escritório ou departamento jurídico. Por meio dessa ação, é possível reduzir erros, atrasos, retrabalhos e desperdícios, além de aumentar a segurança e a qualidade das entregas.

            Para a organização de tarefas, acompanhamento de processos e automação de tarefas repetitivas e burocráticas, é muito importante contar com o auxílio de soluções tecnológicas adequadas à sua necessidade.

            Gestão de riscos

            A controladoria jurídica centraliza o acompanhamento das atividades. Com isso, o gestor consegue monitorar e ter mais controle a respeito dos riscos envolvidos nas atividades jurídicas.

            Quando há processos padronizados, o controller jurídico consegue gerir facilmente situações como:

            • Cumprimento de prazos;
            • Conformidade com as legislações e normas;
            • Segurança de dados;
            • Prevenção de fraudes.

            Presente em todas as fases da atuação judicial e consultiva

            A controladoria pode otimizar todas as fases da atuação do escritório ou departamento jurídico. Na fase pré-processual, por exemplo, a controladoria atua:

            • Na criação de cadastros no software;
            • Na distribuição de publicações;
            • No controle e cobrança dos prazos;
            • No acompanhamento dos andamentos para antecipar informações, etc.

            Realização de tarefas essenciais

            Por meio da controladoria jurídica, é possível otimizar e automatizar tarefas burocráticas e repetitivas, mas essenciais para o bom andamento dos processos. Exemplos disso são:

            • Acompanhamento dos processos; 
            • Emissão de guias de pagamento; 
            • Controle dos prazos processuais;
            • Registro e armazenamento de documentos e dados; 
            • Agendamento de tarefas;
            • Contratação de advogados correspondentes;
            • Realização de protocolos eletrônicos e físicos; 
            • Padronização de procedimentos, etc.

            Aumento da competitividade

            Todas essas vantagens fazem com que os processos dos escritórios e departamentos jurídicos se tornem mais ágeis, sem a necessidade de realizar investimentos enormes em capital humano. Dessa forma, o gestor pode realizar contratações estratégicas e aumentar a competitividade de sua atuação no mercado.

            Como estruturar uma área de controladoria jurídica na empresa?

            A implementação de uma área de controladoria jurídica na empresa ou escritório exige planejamento e estrutura. Isso porque muitas áreas deverão ser integradas e geridas. A tecnologia é uma ótima maneira de organizar o negócio sem a necessidade de altos investimentos.

            Outras etapas que fazem parte da implementação são:

            • Definição de metas e objetivos para a controladoria jurídica;
            • Mapeamento de atividades e processos do escritório ou departamento jurídico;
            • Identificação de oportunidades de melhoria e pontos críticos na atuação;
            • Escolha de indicadores de desempenho (KPIs) para acompanhamento;
            • Contratação de profissionais para compor equipe de controladoria jurídica;
            • Treinamento dos novos colaboradores para atuar nas funções do setor;
            • Contratação de um software jurídico para facilitar a gestão das informações;
            • Monitoramento de resultados;
            • Implementação de ajustes, de acordo com as necessidades.

            Conclusão

            O setor de controladoria pode fazer toda a diferença na gestão das tarefas de um departamento jurídico ou escritório. Adotar essa estratégia na empresa pode trazer vários benefícios, como aumento da produtividade e lucro, tomada de decisão estratégica, etc.

            Além disso, se seu objetivo é investir no crescimento de seu escritório, contar com essa área é estratégico para que você possa focar na captação de clientes e aumento na qualidade dos atendimentos.

            Continue acompanhando o blog da JusCash para conferir mais dicas sobre a gestão de seu escritório!

          4. Como a advocacia é impactada pela economia global e o que pode ser feito?

            Como a advocacia é impactada pela economia global e o que pode ser feito?

            A advocacia pode, sim, ser impactada pela economia global e nacional. Por isso, é fundamental que o advogado conheça ferramentas para lidar com diferentes cenários.

            Da mesma maneira que diversos outros mercados, o mercado jurídico é afetado pelas oscilações econômicas que afetam o país e o mundo, como nível de renda da população, desemprego, inflação, gastos do governo, etc.

            Contudo, mesmo em cenários desafiadores, existem diversos ramos da advocacia que apresentam crescimento. Isso porque mesmo em cenários de crise, podem surgir diversas novas oportunidades de atuação para os advogados.

            Por exemplo, casos de fechamentos de empresas demandam serviços de advogados especializados em falências e recuperação judicial. Por isso, é fundamental que o advogado saiba como lidar com as oscilações econômicas para fazer seu escritório resistir – e prosperar – mesmo durante momentos de turbulência. Continue essa leitura e confira nossas dicas!

            Cenário econômico mundial

            No cenário global, o fim do ano de 2023 foi marcado por guerras, insegurança e turbulências geopolíticas. Esses fatores, somados ao aumento das dívidas públicas em diversos países, criaram um ambiente econômico incerto.

            Para 2024, a economia global mostra sinais de recuperação dos impactos sofridos nos anos anteriores e estabilização. 

            As principais potências econômicas mundiais, como China, Alemanha e Estados Unidos continuam ditando o ritmo da economia global. Porém, potências emergentes, como Brasil, Índia e Nigéria estão se destacando, tornando-se centros de inovação e produção, e despontando como novas oportunidades de investimento e parcerias comerciais.

            A tecnologia e a inovação continuam como fortes impulsionadores da economia para 2024. Assim, startups e empresas de tecnologia aplicada a diversas áreas trazem soluções disruptivas e oportunidades de investimento e crescimento.

            A sustentabilidade e a responsabilidade social corporativa estão transformando as operações empresariais e a maneira como as organizações se relacionam com stakeholders.

            O cenário econômico brasileiro

            O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou uma análise detalhada sobre o desempenho da economia brasileira no terceiro trimestre de 2023, bem como um levantamento de previsões para 2024. 

            A expectativa é de que o produto interno bruto (PIB) atinja 2,0% de crescimento em 2024. Além disso, o Grupo de Conjuntura da Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas (Dimac) do Ipea projetou uma alta de 2,1% no setor de serviços em 2024, fazendo com que o setor permaneça como um dos principais impulsionadores do PIB. 

            O mercado reduziu suas previsões para a inflação medida pelo IPCA em 2023 e 2024, 

            De acordo com o Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central, a previsão da inflação medida pelo índice IPCA para 2024 é de 3,91%. A previsão anterior era de 4,49%. Essa redução pode incentivar o crédito e os investimentos.

            Como o advogado pode lidar com cenários de instabilidade?

            Planejamento Financeiro

            Diante de cenários econômicos em constante mudança, o planejamento financeiro é mais do que uma necessidade: é a chave para o sucesso. Ao combinar tecnologia, gestão de pessoas e práticas inteligentes, o advogado pode não apenas sobreviver, mas prosperar mesmo diante de cenários adversos.

            Gestão de despesas e orçamento

            Uma gestão de despesas bem estruturada é a base para um planejamento financeiro bem-sucedido. Para isso, é preciso ter uma visão clara de ganhos e gastos, e ajustá-los conforme sua realidade. Também é fundamental revisitar seu orçamento com regularidade para garantir que os recursos de seu escritório sejam alocados com eficiência, evitando gastos desnecessários.

            Conheça a Planilha de Fluxo de Caixa para Advogados e escritórios da JusCash e cuide das finanças de seu escritório de forma estratégica!

            Use a tecnologia para controle financeiro

            Por meio de ferramentas tecnológicas, é possível obter insights em tempo real sobre a situação financeira de seu escritório. Isso é fundamental para tomar decisões mais bem informadas e evitar prejuízos futuros.

            Investimentos Inteligentes

            Em cenários econômicos dinâmicos, os investimentos inteligentes são essenciais para garantir estabilidade financeira futura. Por isso, é fundamental se informar e tomar decisões com base em análises profundas e confiáveis. Para investir de maneira correta, é preciso diversificar e fazer gestão de riscos.

            Educação financeira

            Por fim, para se sair bem, mesmo diante das mudanças econômicas, é crucial compreender os princípios básicos das finanças. Isso é essencial para garantir a saúde financeira de seu escritório, mas também de suas finanças pessoais.

            Educação financeira é sobre entender o valor do dinheiro e tomar decisões com base em informações. Ao compreender as finanças de maneira sólida, é possível se orientar melhor quanto a investimentos, planejar a aposentadoria e gerir dívidas de forma eficiente.

            Ter conhecimento para tomar decisões financeiras informadas é libertador, e pode transformar totalmente sua vida. Conhecimento, inclusive financeiro, é poder, e pode ser a chave para um futuro de prosperidade.

            Dicas para otimizar recursos

            Planeje custos e investimentos

            Registre todas as suas despesas, sejam elas fixas ou variáveis. Isso vai te ajudar a fazer uma previsão de custos para os próximos meses e ter uma visão mais ampla sobre a realidade do seu negócio.

            Tenha contas pessoais separadas das contas do escritório

            O primeiro passo para ter uma boa gestão financeira em seu escritório de advocacia é separar contas pessoais e do escritório. Para isso, é importante definir o pró-labore e a divisão de lucros para cada sócio.

            Conte com a antecipação de honorários

            Processos judiciais podem se estender por meses e até anos a fio, e o resultado pode não ser como o esperado pelo advogado e seu cliente, o que pode comprometer sua organização financeira.

            Para evitar esse tipo de problema, o advogado conta com ferramentas como a antecipação de honorários para ter mais previsibilidade e manter seu planejamento financeiro. Por meio de empresas como a JusCash, é possível antecipar honorários e contar com seu dinheiro em poucas horas!

            Saiba mais sobre a importância da gestão financeira na advocacia!

            Conclusão

            Ter uma visão global das finanças é fundamental para o bem do negócio advocatício. Isso envolve desde um bom planejamento e gestão financeira, e contar com ferramentas de acompanhamento até soluções como a antecipação de honorários para manter seu controle financeiro.

            Continue acompanhando o blog da JusCash para conferir outros conteúdos relacionados a finanças para advogados!

          5. 7 dicas de como Cobrar Honorários Advocatícios e evitar Inadimplência

            7 dicas de como Cobrar Honorários Advocatícios e evitar Inadimplência

            Saber como cobrar honorários advocatícios é um desafio constante para advogados e escritórios de advocacia. A inadimplência pode comprometer a saúde financeira do negócio, mas existem técnicas eficazes para reduzir riscos e garantir o recebimento.

            A cobrança de honorários faz parte da rotina dos profissionais do Direito. No entanto, além de entender como precificar de forma justa e competitiva, é essencial aplicar estratégias que evitem atrasos e prejuízos. Uma das mais eficientes é a régua de cobrança, muito utilizada em empresas e que pode ser adaptada para a advocacia.

            Assim, continue a leitura e conheça dicas práticas de como cobrar honorários advocatícios de forma eficiente e ainda fortalecer o relacionamento com seus clientes.

            7 dicas de como cobrar honorários advocatícios e fidelizar clientes

            1. Sempre firme contratos de honorários advocatícios

            O contrato é a principal ferramenta para evitar problemas futuros. Muitos advogados ainda negligenciam essa etapa, mas ela é essencial para esclarecer questões como:

            • datas de pagamento;
            • formas de pagamento;
            • custos adicionais e diligências;
            • duração da prestação de serviços.

            Dessa maneira, com o contrato assinado, o pagamento torna-se uma obrigação formal do cliente, reduzindo riscos e trazendo segurança ao advogado.

            2. Ofereça alternativas de pagamento

            Facilitar o pagamento é uma das melhores formas de evitar a inadimplência. Ofereça opções como PIX, transferência bancária, cartão de crédito, débito, boleto e até soluções digitais. Quanto mais opções, menores as desculpas para não pagar.

            Uma das alternativas que o advogado pode oferecer é a antecipação do valor total ou parcial da condenação para o cliente. Se ele conseguir ter acesso ao dinheiro quando precisar realizar o pagamento, terá mais chances de pagar seus honorários. A JusCash, por exemplo, antecipa não só os honorários do advogado como também o valor da condenação do cliente.

            3. Cuide das finanças de seu escritório

            Realizar uma boa gestão financeira é fundamental para manter o bom funcionamento de seu escritório de advocacia, mesmo que você atue como autônomo. Em primeiro lugar, você precisa saber como precificar seus serviços.

            Além disso, busque manter o controle do fluxo de caixa em seu escritório. Busque registrar a data e os valores dos pagamentos, em especial dos recorrentes, para ter uma previsibilidade e manter o equilíbrio financeiro. 

            Para ajudar, utilize ferramentas de organização financeira. Uma planilha de fluxo de caixa, por exemplo, pode trazer mais previsibilidade e equilíbrio às contas.

            4. Busque identificar a inadimplência o mais rápido possível

            Acompanhe de perto a situação de cada cliente. Registre informações como:

            • quem está inadimplente;
            • há quanto tempo;
            • valores em aberto.

            Esse monitoramento ajuda a agir rápido, diminuindo prejuízos e definindo estratégias de cobrança.

            5. Fortaleça o relacionamento com os clientes

            Há alguns clientes que deixam de pagar porque não estão satisfeitos com os serviços prestados ou porque tiveram suas expectativas frustradas. Para evitar esse tipo de situação, busque manter um canal de comunicação próximo e aberto com seus clientes.

            Para isso, você pode utilizar:

            • E-mails marketing;
            • Mensagens no whatsapp;
            • Softwares com área de gestão de relacionamento;
            • Pesquisas de satisfação;
            • Solicitação de feedbacks, etc.

            Ao investir em um bom relacionamento, você diminui os riscos de falta de pagamento e aumenta as chances de fidelização.

            6. Contrate profissionais para fazer suas cobranças

            Você mesmo ter que realizar a cobrança do cliente inadimplente pode trazer desgaste e constrangimento para ambas as partes. Por isso, se possível, conte com o suporte de profissionais ou empresas especializadas em cobranças. Assim, você poderá evitar diversos desgastes com seus clientes.

            7. Utilize uma régua de cobrança

            Por fim, adotar uma régua de cobranças pode ser uma ótima estratégia para resolver o problema da inadimplência em seu escritório. Trata-se de um sistema de lembretes que avisa o cliente sobre o vencimento de suas faturas e, caso já esteja inadimplente, reforça a necessidade de pagamento.

            Esse método é especialmente eficaz em pagamentos recorrentes, ajudando a reduzir a inadimplência de forma estruturada. Para criar uma régua de cobrança, é necessário ter um registro e monitoramento de itens como:

            • Datas de vencimento;
            • Período em que o cliente já está inadimplente;
            • Forma de abordagem;
            • Periodicidade dos lembretes;
            • Mensagem clara de cobrança.

            Assim sendo, com essas informações organizadas, o escritório pode enviar notificações antes da data de vencimento para lembrar o cliente, além de mensagens específicas em caso de atraso, incentivando o pagamento o quanto antes.

            O importante é: cobrar seus honorários!

            A inadimplência é um desafio comum na advocacia, mas pode ser reduzida com planejamento e estratégias corretas. Saber como cobrar honorários advocatícios passa por firmar contratos, oferecer opções de pagamento, manter uma boa gestão financeira e adotar ferramentas como a régua de cobrança.

            E lembre-se: em casos de atrasos, você pode contar com a antecipação de honorários da JusCash para manter o equilíbrio financeiro do seu escritório.

          6. 7 Dicas para aproveitar o Recesso Forense

            7 Dicas para aproveitar o Recesso Forense

            No recesso judiciário, você, advogado, pode aproveitar para começar seu planejamento, descansar e cuidar de sua saúde. Mas, para isso, é necessário se organizar, inclusive financeiramente.

            Fim de ano é sinônimo de recesso forense. Seja para descansar, estudar ou se organizar para o próximo ano, o desejado recesso do judiciário pode ser muito proveitoso. Mas, para isso, é necessário se organizar, em todos os aspectos.

            O recesso forense é a suspensão do expediente Judiciário devido às festividades de fim de ano. A pausa ocorre entre  20 de dezembro e 06 de janeiro – período no qual o Poder Judiciário só atende a casos urgentes, em regime de plantão. 

            Como o advogado pode aproveitar esse período para se organizar e tirar os planos do papel? É sobre isso que iremos falar neste artigo. Continue essa leitura e confira todas as nossas dicas!

            O que é o recesso forense?

            O recesso forense é o período em que o expediente no Judiciário fica suspenso, o que inclui a suspensão de prazos também. De acordo com a Lei nº 5.010/66, é o período entre 20 de dezembro e 6 de janeiro.

            O recesso vale para órgãos municipais, estaduais e federais. Após o dia 6, os órgãos retomam o expediente. Apesar disso, os prazos permanecem suspensos até o dia 20 de janeiro. 

            Dicas para aproveitar o recesso forense

            1. Auto avaliação profissional do ano que passou

            Na vida pessoal, o fim do ano é a época de olhar para trás e analisar tudo o que aconteceu. Que tal aproveitar o recesso judiciário 2023 para fazer o mesmo? Separe os projetos e tudo o que foi feito no escritório para analisar:

            • O que deu certo;
            • O que deu errado;
            • O que pode ser melhorado;
            • Riscos;
            • Potencialidades, etc.

            Este é um ótimo exercício de aprendizado para toda a equipe, e será muito útil no planejamento para o próximo ano.

            2. Colocar a casa em ordem

            A organização de seu escritório pode acabar ficando de lado ao longo do ano, devido às demandas. Porém, o recesso forense é o momento propício para essa organização. 

            Aproveite para organizar o ambiente de trabalho, fazer a manutenção dos aparelhos e softwares, organizar pastas e dados dos clientes e outras atividades que te ajudarão a desempenhar melhor suas atividades rotineiras.

            3. Planejamento para o novo ano

            O recesso forense é o momento ideal para iniciar o planejamento estratégico para o próximo ano. Por meio dele, você pode decidir quais atividades farão parte do dia a dia de seu escritório e, principalmente, quais resultados pretende obter no ano que está por vir.

            Esse também é o momento de avaliar os investimentos que serão feitos, a divisão de funções e outras metas. 

            4.Colocar leituras e estudos em dia 

            Esse também é um ótimo período para se dedicar a leituras que irão incrementar sua prática advocatícia e a gestão de seu escritório. Existem diversos livros de desenvolvimento pessoal e profissional que você pode ler para ampliar seu repertório. Confira algumas dicas:

            Como fazer amigos e influenciar pessoas – Dale Carnegie

            Este livro é um guia sobre networking, relações humanas e liderança. Ele aborda técnicas a respeito de como lidar com pessoas, influenciá-las e mudá-las sem causar ofensas ou ressentimentos. 

            O dilema da inovação – Clayton M. Christensen

            Christensen é professor da escola de negócios de Harvard, e neste livro, traz ótimos insights para a gestão de empresas e pensamento inovador. A obra parte da premissa de que fazer tudo certo não é suficiente para manter a competitividade de uma empresa.

            Isso por causa das mudanças disruptivas do mercado. Com base nisso, o autor dá dicas de como se portar e se diferenciar no contexto instável da tecnologia.

            Memórias do Cárcere – Graciliano Ramos

            Nesta obra, Graciliano Ramos relata sua experiência ao ser enviado para a prisão de forma arbitrária, em 1935, durante o Estado Novo. A obra ajuda a refletir sobre como alguém que não tem uma sentença definida ou acusação formal pode passar por três presídios ao longo de dois anos.

            Estudos

            Você também pode aproveitar o recesso forense para aprender algo novo: um curso focado em suas habilidades profissionais, um novo hobby ou um curso de gestão de pessoas ou para seu negócio. 

            5. Cuidar da sua saúde

            Com a quantidade de tarefas rotineiras, nem sempre sobra tempo para cuidar de si mesmo. Por isso, que tal aproveitar o recesso forense com saúde e sem deixar o lazer de lado? Confira algumas dicas de como fazer isso:

            Realizar exames de rotina

            Que tal aproveitar o descanso para marcar aquela consulta e exames que você não teve tempo durante o ano? Aproveitar os dias de folga para agendar o check-up é ideal, porque você pode ir ao médico sem pressa e sem se preocupar em voltar logo para o trabalho.

            Além disso, você pode aproveitar e já realizar os exames em seguida da consulta, sem deixar para depois e correr o risco de não fazê-los. Além disso, nesse período as clínicas costumam estar mais vazias.

            Orientação nutricional

            As férias podem ser um ótimo momento para recorrer à orientação nutricional e entender como comer melhor, mesmo com uma rotina tão puxada. Usar sua folga para buscar uma orientação nutricional correta certamente te fará muito bem durante todo o ano que está por vir.

            Atualização de sua carteira de vacina

            A manutenção de suas vacinas também é muito importante para manter sua saúde em dia! Por isso, que tal aproveitar para ir a um posto de saúde para atualizar sua carteira? Você certamente terá mais segurança e saúde para aproveitar o ano!

            Realizar atividades físicas

            Não consegue praticar atividades físicas devido à correria da rotina? Então aproveite o recesso forense para começar a incluir esse tipo de prática em sua rotina! Pule corda, faça flexões e outros exercícios de baixa complexidade. 

            Também aproveite que você está em uma rotina tranquila e comece a criar o hábito de beber a quantidade de água ideal para o seu organismo. Quando você voltar à rotina, verá como será mais fácil manter esse hábito.

            6. Planejar a produção de marketing do próximo ano

            Muitos advogados não conseguem produzir conteúdo para divulgar seu trabalho ao longo do ano, e acabam deixando a publicidade na advocacia de lado. Porém, você pode aproveitar o recesso forense para dedicar um tempo a isso.

            Comece criando um plano de marketing, que prevê a produção de conteúdos de acordo com sua rotina. Em seguida, busque produzir alguns conteúdos para já começar com alguns materiais prontos e facilitar sua produção ao longo do ano.

            7. Descansar 

            Por último e mais importante: o recesso forense é uma conquista para que os advogados tenham um descanso merecido. Por isso, aproveite esse direito conquistado e se dê a oportunidade de descansar.

            Leia livros, vá à praia, assista às séries e filmes que não conseguiu durante o ano, aproveite com sua família e amigos, tenha muitos momentos de diversão e lazer e descanse, porque você, advogado, merece!

            Dica bônus: antecipar seus créditos judiciais 

            Boa parte das tarefas que você pode realizar durante o recesso judiciário requerem um bom planejamento financeiro. Por isso, para ter tranquilidade e conseguir tirar seus planos do papel, você pode antecipar seus honorários.

            Essa é a melhor maneira de não passar aperto, devido à sazonalidade na advocacia, e aproveitar o período tradicional de férias. O advogado que se planeja e antecipa seus honorários não passa perrengue nos meses de menor movimento!

            Comece o ano com fôlego para fazer investimentos. Conheça a antecipação de honorários da JusCash e aproveite o recesso forense da melhor maneira!

            Conclusão

            O recesso forense é o período em que os profissionais do Judiciário podem aproveitar para descansar, estudar, cuidar de sua saúde e se organizar para o próximo ano. Aproveite nossas dicas e curta suas férias!

            Conte com a antecipação de honorários da JusCash para tirar seus planos do papel e começar o ano com fôlego financeiro!